Batman - O Cavaleiro das Trevas

O épico de Christopher Nolan com a atuação surreal de Heath Ledger.

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Gilbert Grape - Aprendiz de Sonhador

O drama que deu a Leonardo DiCaprio a sua primeira indicação ao Oscar, pela atuação espetacular de um autista.

Gilbert Grape Gilbert Grape

Jogos Vorazes

O novo fenômeno mundial que surpreende pelo ótimo roteiro e direção.

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Não me Abandone Jamais

Não Me Abandone Jamais é um filme de ritmo lento com um drama que deixa o espectador sem reação, ávido com a trama. Traz citações poéticas e uma simplicidade narrativa que encanta.

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A Espera de Um Milagre

Uma verdadeira obra prima de Frank Darabont que marcou o final dos anos 90.

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#036 - John Carter - Entre Dois Mundos

  John Carter é um personagem literário criado por Edgar Rice Burroughs, em sua obra original de 1917. O autor também é o criador do Tarzan. A essência de seu herói inspirou incontáveis produções em todos esses anos posteriores. Por isso ao assistir o filme é inevitável compará-lo a diversos outros, de forma bem exposta, como os recentes AvatarConanFúria de TitãsPríncipe da Pérsia, etc. Mas ao saber que sua origem reside em 1917 e que foi serviu de base para os outros (e não o contrário), se releva muitas coisas. Contudo, isso não se tornar o argumento que faz dele um excelente filme.
  Com direção do pioneiro Andrew Stanton, dos excelentes ‘Vida de Inseto’, ‘Procurando Nemo’ e ‘Wall-E’, este foi o primeiro filme da Pixar a utilizar personagens reais (live-action), além da animação que a consagrou.
  A grande decepção de John Carter está no seu roteiro, fraco, mal desenvolvido e pouco envolvente. Uma vez que o universo explorado, suas peculiaridades, e a personalidade do protagonista já foram exaustivamente utilizados em semelhança por tantos outros filmes de grande circulação comercial, haviam de tentar buscar meios para se destacar, porém não o fizeram. O desenrolar da trama, pouco amarrada, já esta saturado, era preciso inovar, explorar diferentes lados.
  Alguns filmes nos prendem por compartilharmos do drama de determinados grupos, e assim caminhamos junto com a história. John Carter peca nesse quesito. Fica confuso assimilar o que os diferentes povos buscavam, e por que o fazem. Somente a narração não foi o suficiente para nos envolver e comprarmos a briga.
  A questão gravitacional, mesmo sendo uma realidade física do mundo, foi bizarramente usada. Sem coerência e constantes divergências. Em determinado momento ele tem dificuldade de andar, em outro o faz com naturalidade, fora os saltos de alturas irreais. O repentino amor pela bela Dejah também acontece sem nenhuma consistência. Foi meio que uma obrigação do roteiro dar um motivo ao qual John Carter iria lutar. Isso para não falar na corrente de 15m que se transforma em 50m milagrosamente.
   É uma pena que “o filme tenha se tornado refém de sua própria fórmula de sucesso”. Contudo, um roteiro bem escrito conseguiria lidar com isso. Mas John Carter tem sim muitos pontos altos, como o humor, o impacto visual, a direção de arte e muitas cenas empolgantes. A Disney afirmou antes do lançamento que desejava torná-lo numa trilogia, mas com um orçamento tão alto e uma baixa bilheteria fica difícil acreditar. 

3 comentários:

Anônimo at: 20 de março de 2012 11:40 disse...

Sim....concordo com tudo o que disse....mas acredito sim que possa ter um futuro sendo feito algo menor..estamos carentes de boas aventuras....desde de piratas do Caribe q não fazem nada...achei melhor que os três mosqueteiros por exemplo. Tiago britto

{ TygeR } at: 11 de abril de 2012 13:26 disse...

Olha, você não pode culpar o roteiro de John Carter pela ideia ter sido usada em outras X produções. O livro é do começo do século XX. Então, é o contrário. []'s

{ @mateusgborges } at: 11 de abril de 2012 19:18 disse...

Concordo contigo Tyger, é como eu citei no final: "o filme se tornou refém de sua própria fórmula de sucesso" afinal a sua história é original e do início do século, e foi ela quem deu origem aos que conhecemos hoje.
A questão do roteiro, eu me refiro não a ambientação da trama, pois ela é assim e ponto. Mas sim da forma como ela foi conduzida. Sem dialogos interessantes, coisas motivadoras, falta de uma exploração maior, entende? Não adianta só adaptar e seja o que for.

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