Em ‘O Jogo das Sombras’ Sherlock ganha um rival à altura, intelectualmente, o professor Moriarty (Jared Harris). O parceiro de Sherlock, o médico John Watson, está prestes a se casar e não quer mais se envolver nas aventuras de seu amigo. Com o pretexto de uma despedida de solteiro, Sherlock o envolve involuntariamente em suas tramas e a partir daí é um caminho sem volta.
Filmes que envolvem o contexto da tensão da eminência de uma Guerra Mundial tem naturalmente tendência a serem bons, mas Sherlock Holmes 2 não se vale só disso. A história é bem complexa e perpassa por diversos meios até se chegar a essa conclusão. Na verdade, só se sabe dos objetivos do vilão mais para o final. Toda a construção inicial é uma grande aventura, disparadamente mais ativa que o primeiro filme. Este também traz um humor mais hilário.
Uma das coisas que mais me atrai nessa série são os diálogos inteligentes e singulares que se desenvolvem entre os personagens. Os que ocorrem no final deste então são brilhantes. Outro fator é como essa aventura nos atrai para dentro do filme e nos faz também buscarmos respostas e soluções. Claro, também, que o espetáculo visual chega a ser hipnotizante, e a direção de arte é espetacular. O filme é tudo, menos sutil e minimalista. Para aqueles que se sentem atraídos pelo estilo de Zack Snyder, gostar de Sherlock Holmes é inevitável.



0 comentários:
Postar um comentário